Podemos não perceber, mas captamos sensações de ambientes de uma maneira muito complexa, utilizando todos os nossos sentidos. Alguns aspectos influenciam diretamente na experiência sensorial e são responsáveis pela sua capacidade de produzir efeitos positivos e negativos.

Para que uma sensação ocorra, é necessário haver um estímulo ou alteração no ambiente que ative neurônios sensitivos. Quando ativados, um receptor sensorial converte o estímulo em sinal elétrico. Se o estímulo for suficiente, este sinal gera diversos impulsos nervosos desde o receptor até uma região do encéfalo que integra os impulsos nervosos em uma determinada sensação.

Um dos caminhos para potencializar sensações é a visão, responsável por mais de 80% da nossa percepção do mundo. A visão pode ser influenciada tanto pelos parâmetros gráficos, quanto pela característica do sujeito, tais como idade e ambiente. Contudo, comunicar a cultura de uma marca em um ponto de venda pode ir muito além do visual. Para promover uma experiência positiva e marcantes no PDV, é necessário extrapolar o gráfico e atingir os demais sentidos de uma maneira condizente com o DNA da marca. E é aí que entra o branding.

De acordo com ações direcionadas e cuidadosamente estudadas, definidas com base na cultura da marca, promovemos sensações adequadas a todos que de alguma maneira tem uma relação direta ou indireta com a marca.

Visibilidade e acessibilidade são primordiais. Um ponto de venda deve ser receptivo, aconchegante, para que assim, possa transferir o cliente para o universo da marca, a cultura deve estar presente em todos os aspectos.