As marcas tem essência, as essências são captadas pelo consumidor, e a maneira com que você traduz isso, faz com que o consumidor se relacione de um jeito ou de outro com a marca.

A partir deste desenvolvimento, é a essência que constrói a percepção do consumidor. Dentro disso, tem toda uma ação relacionada a percepção de produto, marca, identidade visual, design, comunicação e promoção de cultura de dentro para fora, pois se os funcionários internos não entendem a empresa da maneira com que ela está sendo promovida, acaba destoando o processo de comunicação. A percepção começa de dentro para fora, com uma análise interna para entender qual o segmento que ela atua, qual o segmento que ela não atua e qual é o mix de produtos que ela deve desenvolver ou deve se afastar, para que o mercado não cruze as percepções de marca.

O cliente sempre tem essa percepção bem elaborada no que se refere ao hábito de consumo, mas as vezes se atrapalha um pouco, porque as marcas não deixam clara os objetivos dela, por exemplo, no mundo da moda existem as tendências, assim como em todos os seguimentos, e as tendências associadas à cultura corporativa. Cada tendência deve ser analisada para ver se cabe dentro da cultura corporativa ou não. Não é porque ela é uma tendência que ela vai se adaptar a todos os processos de construção de marca e todos os produtos, como por exemplo: Se eu tenho uma tendência colorida, mas eu tenho uma empresa que trabalha com uma linguagem mais conceitual, voltada para o status quo, eu não vou entrar com o produto colorido, mas eu posso criar uma coleção ou um detalhe dentro da marca que traduza isso de alguma maneira, para que a percepção do cliente seja “Olha, eles adaptaram o colorido para o jeito deles, e não igual a todos do mercado”, nem que o colorido seja apenas o preto e branco.

E você, sabe identificar qual o cultura corporativa da sua empresa?

Os clientes reconhecem esta cultura?

 

Cultura é algo que se planta hoje para colher amanhã, que tal começar agora?